"O mercado tá cada vez pior! Ou a gnt entra no jogo, ou vamos passar a vida inteira esperando o principe chegar..."
"homem é tudo igual minha filha, não importa a idade.
é DNA isso aí."
"Estar toda bonitona não é mais o suficiente desde quando????"
"Pequenininha, cabelo liso, magrinha. O de sempre!"
"Tá mto foda! Não se fazem mais rapazes como antigamente!"
"Eu já me conformei em morrer encalhada....... "
Tento novamente entender o raciocínio masculino. Encontrar comentários como estes acima não é a coisa mais difícil nesse mundo. Se você é uma pessoa que convive com algumas mulheres, provavelmente vc as ouve quase que diariamente. O que mais me intriga é o fato de olhar para mulheres que têm tudo pra ser a melhor namorada que um homem pode pedir, e ainda assim, ouvir isto.
Talvez os homens não passem pelo "momento família" que nós, mulheres, temos que engolir seco todas as vezes que encontramos com as Tias e Avós. Esse momento além de nos fazer sentir a última solteirona do Universo, nos faz crer que o mar, definitivamente, não está pra peixe.
Encontrar um homem legal já é difícil, encontrar um homem legal que queira algo "sério" é quase uma missão impossível. Isso me faz entender a putaria cotidiana e a inferioridade do sexo feminino na hora de conquistar alguém. Não é nada fácil pra uma mulher tentar viver no século passado quando todas seguravam suas periquitas na gaiola, afinal, se você não dá, outra vai e faz isso por você.
Nos dias de hoje creio que pra um homem te enxergar como uma mulher de verdade você precisa muito mais que estar impecavelmente bem-arrumada, perfumada e disposta a ter uma boa conversa. Você precisa ser loira, magérrima, cabelos lisos e sem sal, mas aquele tipo "picolé de chuchu" que todo cara adora desfilar do lado pra mostrar pros amigos.
Não basta você ser amável, você tem que ser amável sem pegar no pé. Não basta você ser amiga, você tem que ser amiga sem cobrar nada. Não basta você ser bonita, você tem que ser uma Top Model. Não basta você ser quem é, você tem que ser muito além.
Pensando nisso acabei concluindo que, incrivelmente, os homens são muito mais exigentes que todo mundo imagina. Engraçado que quando você está solteira há mais de 4 meses o que você mais ouve dos amigos e "entes queridos" é "Ah, você é muito exigente!". SIM, exigentes talvez porque a gente sabe dar valor a quem nós somos, e desde quando isso não é uma qualidade? Ainda mais nos dias de hoje que homem nenhum com bom papo precise pagar pra levar alguma bonitinha pra cama.
Estranho é discutir isso com homens e eles dizerem "Ah, mas na hora de casar são mulheres como você que a gente procura". Alô, Planeta Terra chamando? Quando algum homem decente decidir CASAR eu e todas as minhas amigas estaremos passando pelo botóx!
Sabe, eu não penso realmente que eu ou alguma amiga minha esteja pensando em casar com 20 e poucos anos, mas ter alguém pra mandar mensagem no celular sem sentir culpa a gente quer sim! Nós queremos alguém pra dividir um pacote de pipoca com manteiga de cinema num domingão chuvoso. Nós queremos SIM alguém pra nos acompanhar nos jantares intermináveis de família sem passar pelo super momento "você tá ficando velha, precisa de um homem!".
A boa notícia é que assim como nós adoramos coisinhas chatinhas do dia-a-dia de um casal chatinho e picolé de chuchu, mas nós igualmente adoramos momentos incríveis de procurar ET's no céu pós orgasmo. Eu não conheço todas as mulheres do Mundo, mas conheço o suficiente pra ter noção do que eu estou dizendo.
Você se apaixona então hoje por um cara da sua idade, ok, a imagem que quase todas as mulheres do mundo [mesmo que for só o meu], é que está então na hora de se congelar por 20 anos, pra quando ele decidir virar homem, aí você estará enxuta, o amando e ele na crise dos 40, te querendo.
Eu não acreditava no que me diziam quando eu era mais nova, que homens só viram homens depois dos 30, minhas amigas também, elas inclusive acreditavam no Papai Noel, Fada do dente e afins. Hoje, contudo, depois de ouvir tanto desespero feminino por homens que as trocam por picolés de chuchu [que adoram escorregar em mãos alheias], eu passei a crer piamente nisso.
Se um dia alguém me provar o contrário, eu volto aqui e escrevo uma declaração pedindo perdão, mas, honestamente? A esperança acaba igualzinho o Strogonoff da Mamãe, vapt-vupt!
E a parte ruim disso tudo é saber que eu não falo só por mim, eu falo por muitas amigas minhas e pessoas que eu conheço que sentem a mesma coisa. Sentem que ser amada é uma missão impossível, que ser desejada é impraticante, que encontrar um homem decente é ilusão.
Para e pensa como essa declaração é triste e deixa o mundo mais cinza. Os homens acabaram com as esperanças femininas, e é ÓBVIO que quando um que não é "TABACUDO" -como diria uma de minhas amigas- leva alguém a sério, acha que a pessoa é uma louca desvairada! Nós não sabemos como é ser amada, não sabemos como reagir a algo bom, não conseguimos crer que isso existe!
E agora vem dizer que a culpa é da mulher? Mil perdões, mas se tem algo que mulher NENHUMA nesse mundo é culpada é de não saber como é ser amada.
Depois reclamam que o número de gays aumenta a cada dia, daqui alguns anos seremos 50% heteros X 50% gays e aí, você homem tabacudo, não terá mais nenhuma pra te dar boa noite, todas elas estarão nos braços de OUTRA, e aí quem vai ter que aprender a dividir e a não ser amado será você.
Por que é tão difícil enxergar qualidades? aceitar o amor? Você não fazendo isso pode acabar com o colorido da vida de alguém, e esse alguém vai ficar chato acabando com o colorido da vida de mais uma multidão, e tudo porque você não soube aceitar amar.
Mulheres, nada que eu disse vai mudar um pedacinho da consciência masculina, mas existem sim vida no Planeta, só tem que ter paciência e muita fé!
26.9.08
11.9.08
Labirinto.
Fechei os olhos ao sentir meu peito queimando por dentro, meu coração acelerou e minhas mãos soavam. Prendí a respiração por alguns instantes e, em quase um segundo, me arrependí.
Analisei as palavras, revirei pensamentos e desenterrei as emoções, lá estava eu perdida, mais uma vez. Uma, duas, três, incontáveis vezes que o tempo não foi suficiente. O tempo me fez bem assim como me fez mal.
A ansiedade de querer algo que talvez não seja aquilo que eu espero, os minutos de ira e as horas de sorrisos espontâneos. Talvez eles não sejam suficientes, não mais.
Ficar entre o sim e o não acabando com a minha sobriedade, fazendo de mim alguém pior, alguém que não está contente, alguém que se sente infeliz, alguém que se acha medíocre. Eu não preciso disso.
Eu não preciso, mas mesmo assim isso parece precisar de mim. Me falta ar novamente e minha garganta parece se fechar, meu rosto treme e é inevitável segurar uma lágrima. Uma, duas, três, incontáveis lágrimas que não foram suficientes. Tento me convencer que eu sou forte. Eu costumava ser mais forte.
Aqui estou eu, arrependida, mais uma vez, me fazendo perguntas, e auto-análises incansáveis que não chegam perto de respostas claras, somente me levam a pensamentos absurdos, a atos impulsivos e ao crescimento das minhas dúvidas. Eu não quero mais aguentar.
Eu luto contra os sinais do meu corpo, que clamam por descanso, que em desespero mandam eu parar. Chego a planos absurdos de mudança, a atos desesperados por atenção, a falta de ser quem eu realmente sou. Eu sei ser diferente, eu preciso ser diferente.
Esse labirinto parece não ter saída, o que não me impressiona, já que eu não me lembro como eu entrei dentro dele. Eu olho pra cima e tenho a impressão de ser maior que as paredes, mas eu olho por cimas delas e não enxergo nada. Eu nunca enxerguei muito bem, eu preciso enxergar melhor.
Abrí os olhos e a luz chegou a queimar, essa luz parece incomodar, eu quero apagá-la mas eu estou com medo de ficar no escuro, mais uma vez. O escuro me dá medo, e eu me pergunto por quê eu passo tanto tempo nele. Eu gostava do sol, mas agora... eu não quero que ele apareça... não agora.
Analisei as palavras, revirei pensamentos e desenterrei as emoções, lá estava eu perdida, mais uma vez. Uma, duas, três, incontáveis vezes que o tempo não foi suficiente. O tempo me fez bem assim como me fez mal.
A ansiedade de querer algo que talvez não seja aquilo que eu espero, os minutos de ira e as horas de sorrisos espontâneos. Talvez eles não sejam suficientes, não mais.
Ficar entre o sim e o não acabando com a minha sobriedade, fazendo de mim alguém pior, alguém que não está contente, alguém que se sente infeliz, alguém que se acha medíocre. Eu não preciso disso.
Eu não preciso, mas mesmo assim isso parece precisar de mim. Me falta ar novamente e minha garganta parece se fechar, meu rosto treme e é inevitável segurar uma lágrima. Uma, duas, três, incontáveis lágrimas que não foram suficientes. Tento me convencer que eu sou forte. Eu costumava ser mais forte.
Aqui estou eu, arrependida, mais uma vez, me fazendo perguntas, e auto-análises incansáveis que não chegam perto de respostas claras, somente me levam a pensamentos absurdos, a atos impulsivos e ao crescimento das minhas dúvidas. Eu não quero mais aguentar.
Eu luto contra os sinais do meu corpo, que clamam por descanso, que em desespero mandam eu parar. Chego a planos absurdos de mudança, a atos desesperados por atenção, a falta de ser quem eu realmente sou. Eu sei ser diferente, eu preciso ser diferente.
Esse labirinto parece não ter saída, o que não me impressiona, já que eu não me lembro como eu entrei dentro dele. Eu olho pra cima e tenho a impressão de ser maior que as paredes, mas eu olho por cimas delas e não enxergo nada. Eu nunca enxerguei muito bem, eu preciso enxergar melhor.
Abrí os olhos e a luz chegou a queimar, essa luz parece incomodar, eu quero apagá-la mas eu estou com medo de ficar no escuro, mais uma vez. O escuro me dá medo, e eu me pergunto por quê eu passo tanto tempo nele. Eu gostava do sol, mas agora... eu não quero que ele apareça... não agora.
do capítulo "A Fé".
Analisando os pensamentos, me pego caindo muitas vezes, me pergunto "O que fazer pra parar de cair?". Um dia eu achei que não ser mais um no Mundo pudesse me fazer simplesmente estar alí, e até não desaparecer. Ser inesquecível.
A verdade é que às vezes quando você está numa água morna e tranquila, você procura encontrar o fogo que arde e te sufoca. Nesses momentos pensamentos de testes de paciência e de eterna busca de soluções dominam o seu ser.
Nessas horas você gostaria de saber como te pegaram novamente e o que, afinal, querem de você. Testes de fidelidade e de amizade constantemente presentes, e o que você vai fazer sobre isso? O quê? Desistir?
Desistir, não, você não é mais um pra desistir tão fácil. O poder é obtido pelo poder que lhe é dado, e alguém só confia em você quando existe proteção, então... Continuo protegendo pra garantir minha situação.
Um dia você para pra pensar que tudo que estava ao seu alcance foi feito, e que, mesmo acompanhando e se moldando àquela pessoa, talvez o problema não tenha nada a ver com você.
Foi aquela guria que fez uma bagunça na vida dele, e acabou com as esperanças de existência de felicidade, ou a falta de um abraço materno cheio de carinho, ou mesmo um sorriso sincero do Pai orgulhoso. Ou talvez, ele ainda sinta falta daquela guria que não é você, que não usa maquiagens e anda com calças largas, mas que vira o mundo dele de ponta cabeça.
E mesmo você sendo péssima em jogos e costuma desistir de todos, com ele você não consegue largar na mesa e ir embora. Você até se pergunta se é o jeito que ele fala e se move, ou se é o jeito que ele faz você falar e se mover.
Então, pra não se arrepender em não ter sorrido quando podia, de não ter aproveitado enquanto ele estava lá do seu lado, você vive impulsivamente voltando... e caindo, sucetivamente.
Mesmo que o "eu vou" que ele te diz não seja mais forte como costumava ser. A gente costuma continuar acreditando que um dia, quem sabe, qualquer hora dessas, ele ou o mundo inteiro mude.
Vamos adotar uma nova filosofia, um novo modo de ver a vida, mexer com o mundo de alguém, brilhar nos olhos de outro, e aí... lentamente perceber que você não precisa conhecer isso por muito tempo pra continuar achando que ao lado dele é o lado que você deve ficar.
E então, todos seus amigos vão te dizer que você perdeu a cabeça, e tentarão fazer você mudar e parecer diferente, mas você sabe que não adianta muito mentir. E desde quando a gente sabe se está vivendo certo? Eu estaria vivendo certo? Fazendo certo?
Uma hora você acaba descobrindo se a dedicação, paixão ou sofrimento sem nenhum fundamento realmente valeram a pena. Porque, afinal, o amor sempre está a caminho. Agora, eu tô sozinha, mas o amor está a caminho.
A verdade é que às vezes quando você está numa água morna e tranquila, você procura encontrar o fogo que arde e te sufoca. Nesses momentos pensamentos de testes de paciência e de eterna busca de soluções dominam o seu ser.
Nessas horas você gostaria de saber como te pegaram novamente e o que, afinal, querem de você. Testes de fidelidade e de amizade constantemente presentes, e o que você vai fazer sobre isso? O quê? Desistir?
Desistir, não, você não é mais um pra desistir tão fácil. O poder é obtido pelo poder que lhe é dado, e alguém só confia em você quando existe proteção, então... Continuo protegendo pra garantir minha situação.
Um dia você para pra pensar que tudo que estava ao seu alcance foi feito, e que, mesmo acompanhando e se moldando àquela pessoa, talvez o problema não tenha nada a ver com você.
Foi aquela guria que fez uma bagunça na vida dele, e acabou com as esperanças de existência de felicidade, ou a falta de um abraço materno cheio de carinho, ou mesmo um sorriso sincero do Pai orgulhoso. Ou talvez, ele ainda sinta falta daquela guria que não é você, que não usa maquiagens e anda com calças largas, mas que vira o mundo dele de ponta cabeça.
E mesmo você sendo péssima em jogos e costuma desistir de todos, com ele você não consegue largar na mesa e ir embora. Você até se pergunta se é o jeito que ele fala e se move, ou se é o jeito que ele faz você falar e se mover.
Então, pra não se arrepender em não ter sorrido quando podia, de não ter aproveitado enquanto ele estava lá do seu lado, você vive impulsivamente voltando... e caindo, sucetivamente.
Mesmo que o "eu vou" que ele te diz não seja mais forte como costumava ser. A gente costuma continuar acreditando que um dia, quem sabe, qualquer hora dessas, ele ou o mundo inteiro mude.
Vamos adotar uma nova filosofia, um novo modo de ver a vida, mexer com o mundo de alguém, brilhar nos olhos de outro, e aí... lentamente perceber que você não precisa conhecer isso por muito tempo pra continuar achando que ao lado dele é o lado que você deve ficar.
E então, todos seus amigos vão te dizer que você perdeu a cabeça, e tentarão fazer você mudar e parecer diferente, mas você sabe que não adianta muito mentir. E desde quando a gente sabe se está vivendo certo? Eu estaria vivendo certo? Fazendo certo?
Uma hora você acaba descobrindo se a dedicação, paixão ou sofrimento sem nenhum fundamento realmente valeram a pena. Porque, afinal, o amor sempre está a caminho. Agora, eu tô sozinha, mas o amor está a caminho.
Medo.
Queria falar sobre o medo. Já reparou como ele é presente em quase todos os momentos da vida? e normalmente o medo está sempre relacionado à perda, pode reparar.
Quando o problema é briga, por exemplo, o medo é de perder a pessoa ou de perder a razão. Se você tem alguém, você tem medo de perder essa pessoa pra outra, e se você não tem ninguém tem medo de se perder por alguém que te faça ter medo de um dia perdê-la.
Tem também o medo que começa quando você entra em algo que, normalmente, você tem medo de viver, por que alguma coisa você também vai perder.
Engraçado é que no final das contas a gente acaba perdendo mas também acaba ganhando, e esse é o ciclo da vida. às vezes você ganha alguém pra perder outro alguém, puro destino, e aí esse outro alguém ao ver que pode te perder passa a ter medo disso também.
A vida é um emaranhado de emoções bem estranho e complicado, se você não tomar cuidado se perde mais que cego em tiroteio, e normalmente a gente só consegue tomar conta do nosso emaranhado quando conhece bem o lugar.
Acontece que, na maioria das vezes, a gente não conhece tão bem assim o lugar, e chega uma hora que você se depara com um emaranhado de sentimentos, sensações novas e situações esquisitas, e tudo que é desconhecido dá... medo.
De qualquer modo não tem como parar o mundo por uns 10 minutos pra você tentar se encontrar, então, antes de tentar arrumar a bagunça tente simplesmente não fazê-la. Tá, provavelmente a bagunça já está feita, aí é hora de você sentar, escrever um texto que dê a idéia de que tá tudo bem e que você sabe sobre o que está dizendo, assim acaba enganando o cérebro e enganando também o coração.
Meu Deus, como é difícil viver... não?
Quando o problema é briga, por exemplo, o medo é de perder a pessoa ou de perder a razão. Se você tem alguém, você tem medo de perder essa pessoa pra outra, e se você não tem ninguém tem medo de se perder por alguém que te faça ter medo de um dia perdê-la.
Tem também o medo que começa quando você entra em algo que, normalmente, você tem medo de viver, por que alguma coisa você também vai perder.
Engraçado é que no final das contas a gente acaba perdendo mas também acaba ganhando, e esse é o ciclo da vida. às vezes você ganha alguém pra perder outro alguém, puro destino, e aí esse outro alguém ao ver que pode te perder passa a ter medo disso também.
A vida é um emaranhado de emoções bem estranho e complicado, se você não tomar cuidado se perde mais que cego em tiroteio, e normalmente a gente só consegue tomar conta do nosso emaranhado quando conhece bem o lugar.
Acontece que, na maioria das vezes, a gente não conhece tão bem assim o lugar, e chega uma hora que você se depara com um emaranhado de sentimentos, sensações novas e situações esquisitas, e tudo que é desconhecido dá... medo.
De qualquer modo não tem como parar o mundo por uns 10 minutos pra você tentar se encontrar, então, antes de tentar arrumar a bagunça tente simplesmente não fazê-la. Tá, provavelmente a bagunça já está feita, aí é hora de você sentar, escrever um texto que dê a idéia de que tá tudo bem e que você sabe sobre o que está dizendo, assim acaba enganando o cérebro e enganando também o coração.
Meu Deus, como é difícil viver... não?
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